domingo, 1 de dezembro de 2019

O Silêncio não Ajuda


Segundo dados recolhidos pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, em parceria com o Instituto Datafolha, a maioria da população brasileira sente que a violência contra a mulher aumentou, entre 2007 e 2017, sendo que a maior percepção está na região Sudeste, com 76% dos casos.

Entre 1980 e 2013, o País contabilizou mais de 106.093 assassinatos de mulheres.
Em vários países, mulheres são brutalmente agredidas ou mortas pelos seus ex- companheiros, sem terem como se defender. As principais causas das agressões são: não aceitação do fim da relação e ciúmes.
“A partir da primeira ação do agressor, a mulher já deve denunciar e não deixar isso ir mais para a frente”, disse Clívia Vitória Lima, estudante, 13 anos.
“Sofri agressão, a qual quase me leva à morte e até hoje a justiça não foi feita. Muitas mulheres sofrem caladas, mas no nosso Brasil, ainda existe a Lei Maria da Penha”, diz a Dona de casa, Joicielane, 28 anos.
Algumas mulheres sofrem abusos psicológicos e, até mesmo, agressões, pelo simples fato de acreditarem que seus “parceiros” podem mudar. Na maioria dos casos, esse tipo de atitude acaba ocasionando a morte. Em casos, não menos preocupantes, o agressor ataca os filhos e parentes, na intenção de atingir, psicologicamente, a mulher.
Profissionais de segurança, professores, funcionários da justiça e assistentes sociais orientam que, após a primeira agressão, a mulher deve procurar a delegacia mais próxima ou ligar para o 180 e fazer, imediatamente, um boletim de ocorrência.
                                                                       
                                                                    Paolla de Almeida/ Francelha da Silva - Turma 811

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