Algumas pessoas veem isso como brincadeira de mau gosto e
algo fútil; outros veem como algo sério, que merece atenção.
Na Escola Raimunda dos Passos Santos, dos casos ocorridos,
somente 15% são registrados oficialmente, pois as vítimas preferem não falar
sobre o assunto, por medo de retaliações.
Carolina Gomes, 13 anos, relata: “Sofri Bullying por ser
gordinha e quieta. Eu era considerada estranha”. Seus pais a ajudaram de
diversas formas e, atualmente, se vê livre do trauma.
Na Escola, há também grupos de apoio, tanto de professores,
quanto de pedagogos que dedicam boa parte de seu trabalho a esse tipo de
situação. O grupo procura ajudar e conta com a ajuda dos pais para
atender os casos.
Adriana da Costa, Auxiliar de Coordenação e Psicóloga,
confirma: “Há uma quantidade considerável de casos. Essa questão é séria e
merece observação”.
Wevellen Adrielly silva/ Érica Maisa Vieira – Turma 811

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