Apesar de ter sido aprovado em 2000, em Brasília, só em 2003 a universidade do Rio de Janeiro implantou o sistema de cotas, concretizando, assim, a lei 12.711/2012.
Uma das formas para concorrer às vagas em instituições de ensino superior é auto declaração da etnia.
Estudantes negros, pardos, ou indígenas de escolas públicas têm assegurado por lei, carteiras nas Universidades Federais.
O Professor de Educação Física, Josielson Kember, 30 anos, disse que é a favor das cotas financeiras, porém é contra as cotas raciais, porque todos têm a mesma capacidade de chegar onde querem.
Já o coordenador pedagógico, Antônio Coutinho, 40 anos, disse que é contra qualquer tipo de cota, independente da cor, porque somos todos iguais.
O projeto, em si, causou polêmica, mas isso serviu para diminuir o desequilíbrio entre as classes que ocupam as cadeiras acadêmicas.
Aline Cristina da Costa / Jhuly Sousa Pereira Turma 112

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